31 Dezembro 2005

2005

Já é 2006 na Austrália, China, Japão e outros paises do lado de lá... enquanto escrevo, a comemoração ocorre na Malasia. Por incrivel que pareça, me depeço de 2005 mais fácil, do que me despedi de 2004. Se no fim de 2003 mostrei-me decepcionado, no fim de 2004 me mostrei feliz por um ano de conquistas, o ano de 2005 foi ano em que tudo foi implodido, e novamente reerguido.
O Ano começou incerto, de maneira que não sabia o que faria, após os resultados dos vestibulareas sabia ao menos que o ano começaria de forma diferente. Foram mais ou menos 90 dias de férias, de dar inveja a qualquer Deputado Federal. Em abril comecei a trabalhar, fruto do nepotismo diga-se de passagem, e numa área totalmente diferente da qual viria a estudar. Mas pra começar (dizem) que tá ótimo. Nunca 6 meses passaram tão devagar, era impressionante como contava os dias para que agosto chegasse. Nesse meio tempo dividia as noites entre casa de amigos, cinema, ou minha própria casa. Em fim agosto chegou, e tinha um idéia totalmente diferente do que me esperava. Começar a faculdade foi fantástico, sem dúvida a maior realização do ano, não só pelo estudo, mas pelas pessoas que conheci, e que muitas já levo dentro do peito. Passei a viver num estado de sono continuo, aquela frase irritante "O que vc faz das 0h às 6h" tomou outro sentido.
Assisti mais filme que ano passado, não fechei ao certo o balanço mas foram 184. Me disvinculei de São José dos Pinhais, mas ainda sinto falta dos meus amigos e do Colégio Modelo. Em alguns aspectos acabei o ano da mesma forma que comecei, quem sabe essa situação mude um dia, quem sabe não. Vibrei com meu time do coração, porque não comentar?, vi o Furacão varrer a america, e parrar na incapacidade de publida da Baixada, e num 4 a 0 no Morumbi. Só de raiva vi o Coxa cair.
Mudei convicções politicas, ao ver escadalos de corrupção no governo, e o ano que começa daqui algumas horas terá eleições federais e estaduais, será a nossa forma de expressar nossa revolta contra o corruPTos.
E o que mais? O Papa faleceu... santo homem agora nos céus. Furacões varreram os U$A e Cuba, desastres naturais mostraram a furia da natureza.
E eu? Eu me senti bem durante a maioria do tempo, fui menos pessimista, menos derrotista. Como já disse, fiz novos amigos, mative alguns e me distanciei de outros, mas infelizmente é a vida. E fechando agora o balanço do ano, vi que foi um bom ano, que faltaram coisas, mas elas sempre irão faltar.
Agradeço a todos aqueles que me acompanharam, durante esse ano, ou parte dele, que de alguma forma estiveram ao meu lado, nessa árdua caminhada, aqueles que incentivaram, ajudaram, divertiram-me, e até aqueles que me odiaram. Se deixo alguma coisa pra trás? Não... carrego tudo comigo, não irei largar nada, e hoje, neste dia de passagem, a unica coisa que desejo é que 2006 venha a ser, não só pra mim, mas pra todos um ano maravilhosso e repleto de realizações, e que a única coisa que não falte é a vontade de vencer os obstaculos, que consigamos abrir todas as portas que conquistemos a tudo que sonhamos.
E que venha 2006... da forma que vier.

Bruno Maques de Mendonça.

29 Dezembro 2005

King Kong (2005)

Começo o texto lembrando alguns fatos. 1º: Nos últimos tempo, cada vez mais e mais o cinema vem utilizado de muita publicidade e marketing pessoal para alavancar seus filmes, querem exemplos? No lançamento da 2a parte da trilogia Matrix, a Revista Times estampou na capa o novo titulo, no Brasil a Isto É e a Super Interessante também fizeram chamadas na capa da nova produção, críticos diziam em bater o record de Titanic de mair bilheteria, e o record de Homem Aranha de maior bilheteria na estréia (SEX/ SAB/ DOM). Resultado: O filme não empolgou ninguem, e perdeu na sua 2a semana já levava "olé" de seus concorrentes na 2a semana. Depois disse vieram ainda novos e novos "melhor filme de todos os tempos" o penultimo foi o meio da série STAR WARS. Quando anunciaram King Kong surgiu uma nova onda de "melhor filme de todos os tempos", novamente vislumbraram recordes e chagaram a aclamar o Jackson do Anel melhor que Spielberg, no minimo uma heresia. Steven Spielberg tem hoje 57 anos e dirige desde 1971, Jackson fez sua estréia no cinema em 87 e hoje tem 44 anos. A diferença entre o brilhantismo de um e o sucesso momentaneo de outro está na carreira. Sim, os dois fazem, a maioria de seus filmes, apenas arma de intretenimento, cinema diversão. Spielberg tem em sua bagagam filmes como E.T, Tubaraão, A Trilogia Idiana Jones, Contatos Imediatos de 3o Grau, A Lista de Shindler, A.I, O Resgate do Soldado Ryan e muitos outros. Já Jackson tem em seu cartel filmes nojentos do tipo B, Os Espiritos e a superestimada saga do Anel. Spielberg está anos luz a frente de Jackson.O Sr. Dos Anéis já tinha fãs antes mesmo de Jackson gritar o primeiro "gravando", o romance de ficção épica é vendido em todo mundo, e agrada principalmente os RPGistas (que Deus me mantenha longe deles), a suceso de Jackson, foi cair na cauda do cometa Senhor dos Aneis e seguir rumo a hollywood. Brilhante direção, mais nada, sem essa de "melhor de todos os tempos" pq antes de Jackson, genios já colocaram obras primas nas telas do cinema, e não tiveram golpes de marketing pra ajudar. Quando li que King Kong era o mmelhor do ano, bateria recordes de bilheteria e Jackson era o novo Spielberg, me revoltei... e ontem foi realmente conferir que tais coisas eram mentira.King Kong começa de um forma fantástica, passa-se em 1933, quando sociedade estadosunidense, e o mundo inteiro (menos a Russia Socialista), sofre ainda reflexos da Crise de 29 e a Quebra da Bolsa de NY. O astuto e ganancioso Carl Denhan é diretor de cinema, mas ninguem bota muita fé nele (talvez alusão ao próprio Jackson), Ann é uma joven atriz que trabalhava em um teatro comico, que é fechado de uma hora pra outro, indicado por um canastrão a um teste num teatro de "mulheres" é naquela região que Ann encontra Denhan. Ann intrepretada brilhantemente por Naomi Watts, com certa recusa, aceita fazer parte da equipe de Denhan que vai filmar supostamente na Singapura, asssim que ela ouve o nome de Jack Driscoll, famoso roteirista de cinema e teatro. Denhan rouba os materiais da produtora e segue num barco, pra Ilha da Cavaiera, e não pra Singapura, no intuito de filme numa ilha nunca antes explorada. Até aí foram 60 minutos de filme, e realmente cenas muito boas, e uma historia enxuta, bem limpa. Os olhos de Ann são um atrativo a parte, brilham quando Ann explica suas desilusões amorosas e pessoais a Denham. O filme pega um caminho desnexo, cheio de cenas desnecessárias a partir da chagada dos tripalantes do navio a Ilha da Caveira, onde habitam seres Jurassicos, Triassicos e seres que nunca existiram, a não ser na cabeça de Jackson. O repto de Ann do navio foi uma das cenas mais ridiculas que vi... um nativo, especialista em salto com vara, salta de rochedo em rochedo com o auxilio de uma vara de bambu! O filme torna-se pobre em diálogos e começam cenas cansativas, explorando a fantástica ilha, afinal isto é Jacskon. Em quanto dinossauros perseguem a equipe do filme, que incentivado pelo mocinho Driscoll (o narigudo e brilhante Pianista) tenta rescatar Ann, ela interte o Kong (que de King só tem o tamanho) com numeros de seus shows. Kong se apaixona por Ann, e Ann intende os sentimentos do macacão (juro que imagino este ato sendo consumado). Duas coisas afudam de vez o filme. Kong é praticamente um lutador do famoso "Pride", acaba com Dinossauros defendendo a linda mocinha, e o resto da equipe cai num poço cheio de insetos gigantes, naquele momento pensei que Legolas, Frodo e a truma do anel apareceria pra ajudar. Quando o filme retorna a ser interessante, Kong ja está na cidade. (queria saber como levaram um Macaco de 7,5m pelo mar). A cena no lago congelado é uma das mais lindas que já vi. E a cena clássica do Empire State é classica, acho que qualquer um que fizesse, consegueria faze-la bem.Em sintese, o filme tem um ótimo começo, mas vai decaindo em seu meio, pra ter um bom desfecho (já conhecido, mas isso não é um problema). Justamente o meio, que é horrivel, é a especialidade de Jackson, misturando seu estilo trash, com os "seres" fantásticos de Sr. Dos Anéis, foram criadas verdadeiras aberrações na ilha do Kong... o filme tem 3h por causa dessas cenas, vazias e cansativas, que deveriam empolgar, mas tornam-se no máximo piada. King Kong não é o melhor filme do ano, é um filme mediano, tocado por diretor que pode ser bom, mas está longe de ser o melhor em alguma coisa, e sinceramente, nunca chegará aos pés de Spielberg. King Kong foi o 35º filme que assisti no cinema este ano, e agoro agurado as atrações cinematográficas do próximo ano. Abraços a todos do Espaço Aberto que tiveram paciencia e saco pra ler este texto na integra.

Bruno Marques de Mendonça.

24 Dezembro 2005

Então é natal...

Sobrevivendo a mais um natal. Tirando o fato que cheguei as 4h em casa, depois de assistir a shows no Shopping Curitiba, tudo sempre parece igual. Há anos o programa é o mesmo, a comida é o mesmo, o lugar, a cara fechada do meu pai, a minha de desanimo... é, é, não gosto de natal. Não sei se é pior que o ano novo. Bom, já mandei um porrilhão de recados no Orkut, se esqueci de alguem, por favor não fiquem brabos. Assisti a um filme, e deixei um recadinho do Orkut por último. Ouvindo "Bide ou Balde" no Terra Rádio. E desconexo, escrevendo frases perdidas nada coesas. A tecla A está toda hora travando.
Mesmo sendo "anti-natal" queria deixar um recadinho bonito aqui no Espaço Aberto, desejando a todos que passare por aqui muito alegria e empolgação nesta data. Que o velho barrigudo e barbudo de vermelho (não, não é o Lula... é o Papai Noel) tragam muita paz, saude e sucessos a todos os leitores. Paro por aqui, pq estou sem inspiração, ou melhor, guardando inspiração pra outra coisa.

Bruno Marques de Mendonça

23 Dezembro 2005

Outros Ares

Outros ares hoje... estou no Shopping Curitiba... sim, as 22h55 no shopping na ante-vespera do natal. Quem sabe assim, traga bons ares, pro meu natal deste ano, pq sempre são chatos e monotonos. Lá fora chove, e muito. Ainda não sei que horas vou embora... provavelmente pegue um táxi.
Se é estranho estar num shopping sozinho esta hora? Pode até ser... ainda mais quando no PC do lado tem uma menina de 10 anos que é a cara da Pitty, e do lado esquerdo um cara que a toda hora tenta ler o que escrevo.
Sozinho? Sim sozinho, isso é bom para pensar, pra refletir, espairecer, e começar a amenizar algumas coisas. Tranquilizar-me e esperar o "novo ano" que vai ser exatemente igual a todos, mesmo que tenha algumas prioridades não vou me adiantar, vou esperar ele vir sozinho, não vou contar os dias, pq não sou calendário, que venha 2006. Em outros aspectos, estou "enchendo"... sim sabe quando colocasse uma bexiga embaixo da torneira? Se ninguem fecha a torneira o que acontece? Sim... a torneira está cada vez mais aberta, e não sei o quão elástico sou. Não sei se será bom, quando estourar e deixar algumas coisas de fato aparecer, não sei se será ruim... mas acho que não será a hora certa pra isso, e nem sei se terá hora certa pra isso... espero conseguir fechar torneira a tempo...

Espero começar o show do humorista Diogo Portugal... tentei achar um jogo, algo pra me entreter... mas vim parar aqui na net...
A e nem disse que de fato este é mesmo o meu novo blog, e que vai me acompanhar e publicar meus espirros poéticos, e devaneios em prosa...
To com fome... mas ainda tenho 30 minutos de conexão! E sinceramente, cada vez que olha pra menina do lado que parece a "Mini Pitty" eu morro de rir.

Pseudo, escritor se despede agora, e diz que o Espaço Aberto terá mais atualizações, já que o blogspot parece ser menos "bussy" do que o Weblogger.

Bruno Mendonça.