Recontando
Aos que acompanham o Espaço Aberto, sabem que o pseudo-escritor que aqui vos fala é um cinéfilo. Daqueles que garimpa locadoras atras de filmes não encontrados em qualquer lugar. Todos sabem de minha adoração por Kubrick (pronunciem direito!), e de minha mania de ir ao cinema muitas vezes, e na maioria delas sozinho. O fato de ver várias vezes o mesmo filme tambem tornou-se um hábito, principalmente depois do momento em que aprendi a copiar filmes e gravar em DVD.
O argumento de hoje é meio repetido, pra quem acompanhava a primeira fase do Espaço Aberto, quando ele era Weblogger do Terra. "Adeus Lenin", filme alemão, é uma das mais lindas obras que já assisti. Não levo em conta aqui neste texto nenhuma apologia politica, nenhuma ideologia, mas o fato de um filho recontar a história de um país de outro modo para não magoar sua mãe. No filme a Alemanha Ocidental triufa sobre a porção capitalista do outro lado do muro, e o socialismo unificaria as Alemanhas, tudo isso na cabeça de Alexander. É notavel referencias e homenagens a Stanley Kubrick, no próprio nome do personagem principal, na composição de um dos filmes de casamento de um amigo de Alex, e no preparótorio do quarta da mãe de Alex. Mas não ainda não cheguei onde queria, tambem não quero tecer um enorme texto sobre cinema e diretores.
Todos já ouviram o ditado "Quem conta um conto acrescenta um ponto" e o mais fantástico ao assistir a este disco e emocionar-se com algumas cenas foi pensar em como seria interessante recontar alguns fatos de um maneira que melhor nos agradace. Reconstruir todos os pontos onde "não era bem assim" pra acontecer e transformar todos os trechos errados na mais pura perfeição. Recontar nossa história do ponto de visto onisciente, onde nada fosse limite. Barrar todos os problemas na fonte, os nãos, as trocas, as escolhas mal feitas, o papel errado que admitiu, o olhar com raiva, o disfarce que não colou.
Não há duvida que muitas de nossas histórias recontadas eram como a Alemanha Oriental de Adeus Lenin, não chegaram nem a existir na perfeição contata, era apenas um rosto maquiado, um assafalto recapado cheio de buracos por baixo. Mas o que custa mergulhar um pouco na irrealidade de vida, fingir que ela pode ser um pouco da forma em que você deseja, e no meio de tantas vezes que Alemanha Ocidental triunfa, fugimos um pouco pro lado vermelho. Que no final deste dia 18, eu consiga recontá-lo pra parecer um pouco mais interessante.
Bruno Marques de Mendonça
ananlogicamente, desinteligivel.
O argumento de hoje é meio repetido, pra quem acompanhava a primeira fase do Espaço Aberto, quando ele era Weblogger do Terra. "Adeus Lenin", filme alemão, é uma das mais lindas obras que já assisti. Não levo em conta aqui neste texto nenhuma apologia politica, nenhuma ideologia, mas o fato de um filho recontar a história de um país de outro modo para não magoar sua mãe. No filme a Alemanha Ocidental triufa sobre a porção capitalista do outro lado do muro, e o socialismo unificaria as Alemanhas, tudo isso na cabeça de Alexander. É notavel referencias e homenagens a Stanley Kubrick, no próprio nome do personagem principal, na composição de um dos filmes de casamento de um amigo de Alex, e no preparótorio do quarta da mãe de Alex. Mas não ainda não cheguei onde queria, tambem não quero tecer um enorme texto sobre cinema e diretores.
Todos já ouviram o ditado "Quem conta um conto acrescenta um ponto" e o mais fantástico ao assistir a este disco e emocionar-se com algumas cenas foi pensar em como seria interessante recontar alguns fatos de um maneira que melhor nos agradace. Reconstruir todos os pontos onde "não era bem assim" pra acontecer e transformar todos os trechos errados na mais pura perfeição. Recontar nossa história do ponto de visto onisciente, onde nada fosse limite. Barrar todos os problemas na fonte, os nãos, as trocas, as escolhas mal feitas, o papel errado que admitiu, o olhar com raiva, o disfarce que não colou.
Não há duvida que muitas de nossas histórias recontadas eram como a Alemanha Oriental de Adeus Lenin, não chegaram nem a existir na perfeição contata, era apenas um rosto maquiado, um assafalto recapado cheio de buracos por baixo. Mas o que custa mergulhar um pouco na irrealidade de vida, fingir que ela pode ser um pouco da forma em que você deseja, e no meio de tantas vezes que Alemanha Ocidental triunfa, fugimos um pouco pro lado vermelho. Que no final deste dia 18, eu consiga recontá-lo pra parecer um pouco mais interessante.
Bruno Marques de Mendonça
ananlogicamente, desinteligivel.
2 comentários:
eu não li tudo
mas até a parte do KUbrìki sim! hahaha
bjo
eu não li tudo
mas até a parte do KUbrìki sim! hahaha
bjo
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