Babel (EUA, 2006)
Em tempos remotos, alguns descendentes de Noé, queriam construir uma torre tão alta, que transporia os céus e chegaria perto Deus. Dizem que a intenção era agradecer o salvamento de sua família do dilúvio. Outros, dizem que era prova de arrogancia da humanidade e uma tentativa de chegar a altura de da divindade máxima. Deus não gostou! Em sua grandiosidade indiscutivel e altura inatingivel fez com que cada homem daquela empreitada falasse uma língua diferente. O nome deste episódio é conhecido como torre de BABEL. É essa a jogada do filme de Iñarritu e Guillermo Arriaga, pareceiros desde o excelente Amores Brutos.
Como todos os filmes da dupla, a narrativa é picotada com quebras temporais que são unidas ao decorrer da história. A torre de Babel constitue-se de um casal de estadosunidenses viajando pelo Marrocos; de seus filhos com a babá mexicana que está indo ao casamento do filho dela; de uma família de marroquinos e de uma moça japonesa deficiente auditiva.
Por momentos, percebe-se que até mesmo as pessoas de mesmo idioma, falam línguas diferentes: o casal Richar (Brad Pitt) e Susan (Cate Blanched) parecem não se entender de jeito nenhum, além de demonstrar mágoas de um passado mal resolvido. O suicidio da mãe de Chieko (Rinko Kikuchi, que mereceu a indicação) atorduou ainda mais a cabeça da menina surda-muda e em todas as suas ações, tentar desesperadamente chamar a atenção.
Num tom dramático, bem estilo Iñarritu a trama se desenvolve despertando as diversidades, ora culturais, ora de personalidade, dos personagens.
O melhor do filme é o sangue latino, as abordagens sutis, porém sem demagogia de termas como a paranóia pelo terrorismo e o exageiro de politicas anti-imigrantes. O preconceito fica claro quando os filhos do casal Richard dizer que no México só moram pessoas más.
Mesmo sendo bom, Babel não é melhor filme de Iñarritu. 21 gramas é bem maior. Mesmo assim, vale a pena conferir.
Como todos os filmes da dupla, a narrativa é picotada com quebras temporais que são unidas ao decorrer da história. A torre de Babel constitue-se de um casal de estadosunidenses viajando pelo Marrocos; de seus filhos com a babá mexicana que está indo ao casamento do filho dela; de uma família de marroquinos e de uma moça japonesa deficiente auditiva.
Por momentos, percebe-se que até mesmo as pessoas de mesmo idioma, falam línguas diferentes: o casal Richar (Brad Pitt) e Susan (Cate Blanched) parecem não se entender de jeito nenhum, além de demonstrar mágoas de um passado mal resolvido. O suicidio da mãe de Chieko (Rinko Kikuchi, que mereceu a indicação) atorduou ainda mais a cabeça da menina surda-muda e em todas as suas ações, tentar desesperadamente chamar a atenção.
Num tom dramático, bem estilo Iñarritu a trama se desenvolve despertando as diversidades, ora culturais, ora de personalidade, dos personagens.
O melhor do filme é o sangue latino, as abordagens sutis, porém sem demagogia de termas como a paranóia pelo terrorismo e o exageiro de politicas anti-imigrantes. O preconceito fica claro quando os filhos do casal Richard dizer que no México só moram pessoas más.
Mesmo sendo bom, Babel não é melhor filme de Iñarritu. 21 gramas é bem maior. Mesmo assim, vale a pena conferir.
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